domingo, 16 de setembro de 2007

O facto de não encontramos o corpo, não quer dizer que o defunto não esteja morto e a cheirar mal.

Arruada de "zombies" numa certa localidade conhecida pelo seu bem-estar à beira das margens de um importante rio europeu

Umas dúvidas por esclarecer

Ver em Alhos Vedros ao Poder, Blogue de resistência contra o poder moiteiro e todo o género de amoitados

Da TSF:

«Processo das reformas compulsivas arquivado
Sem provas para avançar, o Ministério Público decidiu arquivar o processo das reformas compulsivas na Câmara Municipal de Setúbal, que tinha sido aberto por suspeita de conluio entre os trabalhadores e os responsáveis autárquicos.»

Esta notícia levanta-me algumas questões, em especial atendendo à reacção que já despertou na tertúlia amoitada e nos seus pseudo-comentadores, mais excitados.
Vamos lá a ver se nós nos entendemos:

  1. Quantos processos são arquivados por falta de provas, sem que isso signifique os factos não tenham existido?
  2. Quantos processos são arquivados alegadamente por não existirem provas, mas principalmente porque há quem não tenha vontade de as encontrar?
  3. Afinal quem foi que mandou Carlos de Sousa sair do cargo, à força e contra vontade do próprio? Os blogues? A oposição setubalense? O Dalai Lama? Não! Foi o seu próprio Partido que em nome do Colectivo o fez sair, mandou calar e deu uma chucha para ele se entreter numa prateleira quase dourada.

Por tudo isto seria bom que quem faz grandes alaridos com este arquivamento, depois não se queixasse de outros arquivamentos, tipo Somague, ou mafia dos bingos.
Porque a lógica dos arquivamentos em Portugal serve a todos e não apenas para alguns.

Quanto ao Carlos de Sousa os primeiros a pendurá-lo em público foram os camaradas, os mesmos que se calhar seguram outros autarcas cá da zona apenas porque sabem que certas provas são difíceis de achar, que se consegue que certas influências se movam para as não achar e porque, no fundo, este país é uma bandalheira onde Valentins, Fatinhas e Isaltinos, arquivados ou não arquivados, acham que a legitmação eleitoral à moda caciquista vale para lavar mais branco.

O facto de não encontramos o corpo, não quer dizer que o defunto não esteja morto e a cheirar mal.


# posted by AV : 9/16/2007 3 comments

Alemanha: chanceler alemã, Angela Merkel, recebe o Dalai Lama, a 23 de Setembro, em Berlim, foi anunciado hoje, c/ Direitos Humanos na agenda



A chanceler alemã, Angela Merkel, recebe o Dalai Lama, a 23 de Setembro, em Berlim, anunciou hoje o seu porta-voz, em mais um sinal do seu empenho em levantar questões de direitos humanos com a China.

Merkel reúne-se com o líder espiritual tibetano no exílio para uma «troca privada de pensamentos» na chancelaria, disse o porta-voz Ulrich Wilhelm.

Wilhelm afirmou que este encontro é parte de «uma série de reuniões entre a chanceler e líderes religiosos», tanto na Alemanha, como durante viagens ao estrangeiro.

O Dalai Lama efectua desde quarta-feira uma visita de cinco dias a Portugal, durante a qual não será recebido oficialmente por qualquer membro do governo português.

«Oficialmente, o Dalai Lama não é recebido por responsáveis do governo português, como é óbvio», disse a jornalistas o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, sem qualquer outra explicação.

O líder espiritual tibetano foi contudo recebido pelo presidente da Assembleia da República portuguesa, Jaime Gama, na quinta-feira, durante mais de uma hora, e falou com a comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros.

O Dalai Lama deixou o Tibete em 1959, com destino à Índia, durante uma sublevação falhada contra o governo chinês, e continua a desfrutar de grande popularidade entre os tibetanos, apesar dos esforços persistentes das autoridades de Pequim para o denegrirem.

A China afirma que o Tibete é seu território há séculos, mas muitos tibetanos garantem que foram de facto independentes durante a maior parte desse período.

O Dalai Lama, a quem foi atribuído o prémio Nobel da Paz em 1989, vive em Dharmsala, na Índia, desde que deixou o Tibete.

As empresas alemãs apostam em realizar negócios com a China, o maior mercado do mundo com uma economia florescente, mas Merkel, que tomou posse em 2005, focou publicamente as questões dos direitos humanos durante ambas as viagens que realizou a Pequim enquanto chanceler.

Holger Haibach, legislador do Partido Democrata Cristão de Merkel, descreveu o previsto encontro como «um acontecimento de uma dimensão quase histórica».

«A chanceler está a enviar um sinal claro de que nós, na Alemanha, não nos esquecemos da situação dos tibetanos e que, em vésperas dos Jogos Olímpicos de Pequim, estamos atentos aos direitos humanos no Tibete e em toda a China», declarou.

Diário Digital / Lusa

Portugal: Governo e Presidente da República não tiveram agenda para receber o Dalai Lama













Governo recusa receber Dalai Lama mas AR não



JOÃO PEDRO HENRIQUES

Ver aqui.

O que é "óbvio" para o ministro dos Negócios Estrangeiros não o é para o presidente da Assembleia da República. E, aparentemente, para o primeiro-ministro também não.

Ontem, em Viana do Castelo, à margem da reunião informal dos chefes de governo dos 27, Luís Amado foi questionado sobre se o Governo receberia ou não ou o Dalai Lama, que dia 13 chega a Portugal.

"Oficialmente, Dalai Lama não é recebido por responsáveis do Governo português", respondeu. Acrescentando um categórico: "Como é óbvio." Um "óbvio" que não explicou, argumentando apenas com as "razões que são conhecidas".

As "razões que são conhecidas" são o facto de a China, potência administrante da "província autónoma" do Tibete, não reconhecer as pretensões do Dalai Lama, líder espiritual dos budistas tibetanos, para a independência do território.

O "óbvio" de Amado já não é assim tão óbvio no gabinete do primeiro-ministro. Um assessor de Sócrates disse ao DN que o Dalai Lama lhe pediu uma audiência. E isso "só não aconteceu por razões de agenda" (Sócrates parte para a Ucrânia dia 13, regressa a Portugal no dia 15 só para a 'rentrée' do PS e parte de imediato para os EUA).

Também para Jaime Gama, presidente da Assembleia da República, nada há de "óbvio" que o impeça de receber Tenzin Gyatso (o nome "civil" do Dalai). A "audiência a Sua Excelência o Dalai Lama" [assim está anunciada no site do Parlamento] , está marcada para dia 13, às 15h00. No mesmo dia, reunirá com a comissão de Negócios Estrangeiros.

A incursão parlamentar do líder tibetano contrasta com a que não ocorreu em 2001, quando o Dalai visitou Portugal pela primeira vez. Almeida Santos, então presidente da AR, não lhe permitiu a entrada no edifício. Os deputados que com ele quiseram reunir promoveram um encontro num hotel. Sampaio, então PR, não o recebeu oficialmente. Mas providenciou-se um encontro informal entre os dois numa visita ao Museu Nacional de Arte Antiga, "guiada" pelo então ministro da Cultura, Augusto Santos Silva. O Dalai Lama deixa Portugal dia 16.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

E porventura rezar durante o caminho por tantos quantos não viram nem querem ver verdade tão clara e evidente.













Perguntas bem intencionadas:

  1. Quantas voltinhas sobre si mesmo terá dado este pobre Mundo até que um dia o Governo Português e as Autoridades religiosas da Igreja Católica (portuguesa e do Vaticano) tivessem decidido construir finalmente em Fátima o famoso Altar do mundo, o Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima?
  2. Quantos milhões de anos terão passado em vão antes desse glorioso dia?
  3. Quantos milhões de alminhas terão nascido, vivido e morrido sem a ele terem tido acesso, ou sem sequer terem tido conhecimento de um altar tão central e importante?
  4. Quantos milhões de ingratos hoje em dia mesmo teimam em viver e finar-se um dia sem terem visitado com os seus pezinhos nem com as suas mãozinhas levantadas ao alto glorificado tão excelsa construção em betão e alcatrão?

Felizmente que agora se vai iniciar uma nova tradição.

É aliás um imperativo que o Governo da República, por exemplo através dos cavalos da GNR, se associe e patrocine esta importante iniciativa.

Quanto à Moita, é natural e compreensível que a Câmara Municipal se envolva igualmente de alma e coração, a iniciativa merece-o.

Poder-se-á aproveitar a Romaria porventura para se rezar todos em coro pelo caminho por tantos quantos não viram nem querem ver verdade tão clara e evidente.

O Altar do mundo, o Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, fica ali para as bandas da EN 360, no Concelho de Ourém, em Portugal pois claro!


Pode ler-se em Jornal O RIO

Sociedade :

I Romaria Nossa Senhora da Boa Viagem ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima em 2007/9/14 0:30:00 (7 leituras)

Os Romeiros de Nossa Senhora da Boa Viagem e Romeiros de São José da Diocese de Santarém, com o apoio das Dioceses de Setúbal, Lisboa, Santarém, Leiria-Fátima e das autarquias de Vila Franca de Xira, Azambuja, Valada do Ribatejo, Santarém, Pernes, Alcanena, Minde, Fátima, Ourém, GNR e de várias entidades, vão realizar a I Romaria de Nossa Senhora da Boa Viagem ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, de 21 a 30 de Setembro de 2007.

Esta Romaria de cariz religioso será efectuada por duas etapas, sendo utilizadas duas vertentes culturais da Região (o rio e o campo).

No dia 21 de Setembro pelas 23h30 a imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem irá ser transportada por via fluvial nos barcos típicos do Tejo até Vila Franca de Xira onde chegará no outro dia e permanecerá até ao dia 26 de Setembro na igreja Matriz.

Nesse mesmo dia, a Romaria será retomada rumo ao Altar do mundo, o Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. A padroeira da Moita, Nossa Senhora da Boa Viagem, será transportada por Romeiros a Cavalo oriundos de vários pontos do País, com passagem por Azambuja, Cartaxo, Santarém, Pernes, Alcanena, Minde e Fátima, devendo chegar no dia 29 de Setembro, pelas 17h30.

É desejo dos organizadores que esta Romaria se transforme numa grande peregrinação a cavalo, necessitando, para isso, da colaboração e do empenho de diversas entidades.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

O Dalai Lama passa a ser recebido por chefes de Estado, o que provoca protestos chineses. Isso contudo não acontece no protectorados chineses.

Tibete

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Bandeira do Tíbet antes de 1950 e de seu posterior governo no exílio. Esta versão foi introduzida pelo 13o. Dalai Lama em 1912
Bandeira do Tíbet antes de 1950 e de seu posterior governo no exílio. Esta versão foi introduzida pelo 13o. Dalai Lama em 1912

O Tibete é uma região na Ásia, que hoje é pela maior parte coberta pela Região Autônoma do Tibete da República Popular da China. A Região Autônoma tem uma área de aproximadamente 1,2 milhões de km².

História do Tibete

Localização do Tibete enquanto região da R.P.China. (quando a China invadiu o Tibete, incorporou-o como região autónoma)
Localização do Tibete enquanto região da R.P.China. (quando a China invadiu o Tibete, incorporou-o como região autónoma)

A história do Tibete começa cerca de 2.300 anos atrás quando em 127 a.C. uma dinastia militar se fixou no vale de Yarlung. Esta dinastia reinou sobre o país durante cerca de oito séculos. Após centenas de anos voltados para campanhas militares que investiam sobre as terras vizinhas, em 617 o Imperador Songtsen Gampo - o 33º rei do Tibete – começou a transformar a civilização feudo-militar em um império mais pacífico. Seu reinado durou até 701, e seu legado foi imenso. Criou o alfabeto tibetano; estabeleceu e escreveu o sistema legal tibetano baseado no princípio moral, que naquela época já mencionava a importância da proteção do ambiente e natureza; patroneou o budismo e construiu vários templos, dentre eles o Jokhang e o Ramoche.

Seus sucessores continuaram a transformação cultural, custeando traduções e criando instituições. O próximo rei do Tibet foi Tride Tsukden (704754), pai do futuro rei Trisong Detsen.

A partir do século VII, torna-se o centro do Lamaísmo, religião baseada no budismo, que transforma o país num poderoso reinado. Motivo de cobiça dos chineses desde o século XVII, quando é declarado território soberano da China, o Tibete luta durante séculos pela independência, obtida em 1912.


O Tibete é hoje considerado pela China como uma região autônoma chinesa (Xizang). Conhecido como o "teto do mundo" por seus picos nevados, as montanhas do Tibete têm, em média, 4875 m, com destaque para a Cordilheira do Himalaia.

Em 1950, o regime comunista da China ordena a invasão da região, que é anexada como província. A oposição tibetana é derrotada numa revolta armada, em 1959. Em conseqüência, o 14° Dalai Lama Tenzin Gyatso, líder espiritual e político tibetano, retira-se para o norte da Índia, onde instala um governo em exílio.

Escultura do "Leão das Neves" guarda a entrada do "Potala Palace" no Tibete.
Escultura do "Leão das Neves" guarda a entrada do "Potala Palace" no Tibete.

O país torna-se região autônoma da China em setembro de 1965 contra a vontade popular. Entre 1987 e 1989, tropas comunistas reprimem, com violência, qualquer manifestação contrária à sua presença. Há denúncias de violação dos direitos humanos pelos chineses, resultantes de uma política de genocídio cultural. Em agosto de 1993, iniciam-se conversações entre representantes do Dalai Lama, prêmio Nobel da Paz em 1989, e os chineses, mas mostram-se infrutíferas.

Em maio de 1995 é anunciado, pelo Dalai Lama, o novo Panchen Lama, o segundo na hierarquia religiosa do país: Choekyi Nyima, de 6 anos. O governo de Pequim reage e afirma ter reconhecido Gyaincain Norbu, também de 6 anos, filho de um membro do Partido Comunista, como a verdadeira encarnação da alma do Panchen Lama.

Ugyen Tranley, o Karmapa Lama, terceiro mais importante líder budista tibetano, reconhecido tanto pelo governo da China como pelos tibetanos seguidores do Dalai Lama, foge do país em dezembro de 1999 e pede asilo à Índia. A China tenta negociar seu retorno, mas Tranley, de 14 anos, critica a ocupação chinesa no Tibete.

A causa da independência do Tibete ganha força perante a opinião pública ocidental após o massacre de manifestantes pelo Exército chinês na praça da Paz Celestial e a concessão do Prêmio Nobel da Paz a Tenzin Gyatso, ambos em 1989. O Dalai Lama passa a ser recebido por chefes de Estado, o que provoca protestos chineses. No início de 1999, o governo chinês lança uma campanha de difusão do ateísmo no Tibet. A fuga do Karmapa Lama causa embaraço à China.

A ONG Students for a free Tibet luta há alguns anos para tentar livrar vários tibetanos que foram presos injustamente pelo governo chinês. Veja o site http://www.studentsforafreetibet.org/

Da Comissão de Negócios Estrangeiros faz parte um outro Deputado do PCP, por acaso eleito no Distrito de Setúbal, de seu nome Bruno Dias.



Para quem não souber quem é o Senhor vestido de amarelo e vermelho, pode adiantar-se que a Personalidade ao lado dos conhecidos Senhores Deputados Jorge Machado (foto com gravata) e Bruno Dias (foto mais pequena) é Tenzin Gyatso.




Dalai Lama no Parlamento

O novo e o velho marxista

Ver Jornal SOL

Por Eunice Lourenço

A visita do Dalai Lama agitou a Assembleia da República durante a tarde. Depois do encontro com Jaime Gama as atenções estiveram viradas para a reunião com os deputados, que contou com a presença do PCP O PCP

O PCP decidiu comparecer na audiência da comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros ao Dalai Lama por considerar que se tratava de um encontro com um eminente líder religioso.

Jorge Machado, o deputado comunista presente na reunião, fez questão de salientar isso mesmo, dizendo que estava ali para ouvir o líder espiritual budista só nessa qualidade de representante religioso.

Na resposta, o Dalai Lama disse que era bom que o deputado comunista estivesse ali para ouvir, porque se aprende muito a escutar os outros. E disse que o deputado comunista era um «jovem marxista», enquanto ele é um «velho marxista».

Logo de seguida falou o deputado do CDS Telmo Correia que começou por dizer que de marxista só tinha o facto de ser apreciador do comediante Groucho Marx.

Foi, assim, num ambiente que deu espaço a alguma descontracção que decorreu a audiência do 14º Dalai Lama na comissão de Negócios Estrangeiros, presidida por José Luís Arnaut, do PSD.

A presença do Dalai Lama em São Bento foi, aliás, motivo de grande agitação com muitos funcionários nos corredores para o verem passar, quer em direcção ao encontro com o presidente da AR, Jaime Gama, com quem esteve uma hora, quer para a reunião com os deputados, que durou outro tanto.

Apesar da descontracção, dos múltiplos sorrisos e do facto de ser recebido como líder religioso, o Dalai Lama não se coibiu de falar de questões políticas, ou melhor da grande questão política que o motiva: a autonomia do Tibete.

«Expliquei a natureza dos problemas do Tibete e deixei muito claro que não estamos à procura da independência (...) Devemos ter uma autonomia significativa e a vários níveis», afirmou o Dalai Lama aos jornalistas, no final da audiência com a comissão de Negócios Estrangeiros.

O líder espiritual tibetano acrescentou que o Tibete terá «maiores benefícios» se continuar ligado a um país «maior e mais avançado» como a China.

Quanto à presença do deputado do PCP, considerou-a positiva e repetiu o que já tinha dito na audiência, que decorreu à porta fechada, sobre Jorge Machado ser um «comunista muito novo» e ele «um velho marxista».

Aproveitou ainda para lembrar que «muitos dos tibetanos que lutam pela liberdade são comunistas».

eunice.lourenco@sol.pt

Obs.:

Da Comissão de Negócios Estrangeiros faz parte um outro Deputado do PCP, por acaso eleito no Distrito de Setúbal, de seu nome Bruno Dias.

A confirmar-se que Bruno Dias poderá ter estado ausente da Reunião com o Dalai Lama, o PCP aparentemente poderá ter resolvido “poupar” nas presenças dos seus Deputados nesta Reunião, ou então Bruno Dias simplesmente “pode talvez ter-se baldado” à Sessão.

O que terá acontecido?

Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas


Número de Deputados por Grupo Parlamentar

Nome

Grupo
Parlamentar

Cargo

José Luís Arnaut

PSD

Presidente

Leonor Coutinho

PS

Vice-Presidente

Jorge Machado

PCP

Secretário

João Rebelo

CDS-PP

Secretário

Isabel Vigia

PS


Joana Lima

PS


José Vera Jardim

PS


Maria Carrilho

PS


Maria Helena Rodrigues

PS


Matilde Sousa Franco

PS


Nelson Baltazar

PS


Paula Cristina Duarte

PS


Renato Leal

PS


Rosa Maria Albernaz

PS


Vitor Ramalho

PS


Carlos Alberto Gonçalves

PSD


Carlos Páscoa Gonçalves

PSD


Henrique Rocha de Freitas

PSD


José Cesário

PSD


Mário Santos David

PSD


Bruno Dias

PCP

AUSENTE ou PRESENTE na REUNIÃO?

Helder Amaral

CDS-PP


Luís Fazenda

BE


Acerca de mim

Neste espaço surgirão artigos e notícias de fundo, pautadas por um propósito: o respeito pela Lei, a luta contra a escuridão. O âmbito e as preocupações serão globais. A intervenção pretende ser local. Por isso, muito se dirá sobre outras partes, outros problemas e preocupações. Contudo, parte mais significativa dos temas terá muito a ver com a Moita, e a vida pública nesta terra. A razão é uma: a origem deste Blog prende-se com a resistência das gentes da Várzea da Moita contra os desmandos do Projecto de Revisão do PDM e contra as tropelias do Processo da sua Revisão, de 1996 até ao presente (2008...) Para nos contactar, escreva para varzeamoita@gmail.com