sábado, 2 de fevereiro de 2008

Muitos portugueses ligam o nome do PCP a um partido com norte, com ética, com rumo e com uma política previsível, com uma orientação de classe. Mas...


É urgente mudar de política!

Saber mais em
Partido Político PCP Setúbal
Mais...
Sobre a Moita, malfadadamente, da parte do PCP só temos apoio às más práticas de governação local.
...

Havia uma certa ideia do Partido Comunista

Quer gostassem muito, pouco ou nada do PCP, a ideia que perpassou ao longo de muitos anos junto de uma grande parte da população portuguesa foi a de um PCP com norte, com ética, com rumo e com uma política previsível, com uma orientação de classe e com um sentido claro.

Pela liberdade.

Pela lei, em democracia.

Pela ética.

Contra a corrupção e a escuridão no funcionamento dos diversos órgãos do aparelho de estado e da administração pública.

Pelos mais fracos.

Pelos deserdados.

Pelos trabalhadores e pelos pequenos agricultores e outros portugueses das classes mais desfavorecidas e das classes médias.

Em defesa daqueles que sozinhos não conseguem fazer ouvir a sua voz, mas que juntos e organizados podem aspirar e lutar por uma vida melhor.

Em defesa dos interesses das nossas terras e do nosso País.

Na Moita, o PCP local é o reverso exacto do PCP ao nível nacional
...

Para saber um pouco mais, pode ver-se:
Ninguém reconhece o PCP na Moita. O Partido Comunista na Moita está todo roto.
e
Cidadão desafia a 4 Ago'07 o Partido da Situação na Moita para um Debate sobre a Revisão do PDM e sobre o bom ou mau governo local
e ainda
O bê-á-bá da nossa luta contra o Partido Comunista na Moita e em qualquer lugar

"Futuras gerações de habitantes do concelho vão ver comprometidos os investimentos graças a politicas eleitoralistas levadas a cabo pela maioria CDU"


Ver mais em Vereador Joaquim Raminhos (BE)

BE Moita vota contra orçamento e opções do plano Moita

O Bloco/Moita votou contra o Orçamento Municipal e as Opções do Plano, aprovados pela maioria CDU. Para o grupo municipal bloquista, "as futuras gerações de habitantes do concelho vão ver comprometidos os investimentos graças a politicas eleitoralistas levadas a cabo pela maioria CDU durante o ano de 2005".


Leia aqui a posição do Bloco/Moita.

Os funcionários da Câmara que são da nossa terra não são promovidos. Masos homens do aparelho CDU vindos de fora são encaixados.



Artigo saído no Jornal da Moita, pela pena do Vereador Luís Fernando Vaz Nascimento (PPD/PSD/CDS-PP)
(link retirado com a devida vénia de Alhos Vedros ao Poder, Blogue de resistência contra o poder moiteiro e todo o género de amoitados

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Moita: O escândalo é tanto maior, quanto este empréstimo é contraído a 12 anos e com início da amortização só em 2011. Pagará quem vier depois!



Quarta-feira, Janeiro 23, 2008

Câmara da Moita: Afinal está mesmo endividada

Artigo de opinião:

A maioria CDU isolada, aprovou um empréstimo de mais de 1 milhão de contos (5,2 milhões de euros) para pagar dívidas a fornecedores!

As dívidas, que agora querem pagar com recurso ao crédito bancário, resultam de um descontrole da gestão corrente da Câmara, que ascendia a 9 milhões de euros em final de 2005, curiosamente ou não, coincidente com o período das últimas eleições autárquicas.

Caixa Geral de Aposentações, ADSE, Amarsul - tratamento de lixos, Xerox - Fotocópias, Transportes escolares e outros, EDP, CTT, Portugal Telecom, Vodafone, Cabovisão, BP - gasóleos e gasolinas, etc, são alguns dos fornecedores a quem agora a Câmara vai pagar, com dinheiro emprestado e sujeito a juros. O escândalo é tanto maior, quanto este empréstimo é contraído a 12 anos e com início da amortização só em 2011, o que significa começar a pagar só daqui a 3 anos.

É o típico caso de “chutar a bola para a frente”. Os custos disto?

Compromete-se o futuro para quem vier a seguir! Uns atiram os foguetes e fazem a festa e outros apanham as canas e pagam a despesa!

É isto novidade? Não é de todo. As diversas Oposições: PS, PSD, BE, denunciaram este modo de proceder em tempo. Não foram ouvidos. Está na moda dizer-se que é por “dificuldades de comunicação”. A população não acreditou. O facto, e temos que o reconhecer, é que a máquina desinformadora, sustentada em caciques / opinadores de esquina que o PC persiste em alimentar, continua a funcionar. Cabe decididamente às OPOSIÇÕES e à população em geral encontrar respostas para desmantelar este polvo. Afinal, tanto dinheiro gasta a Câmara em desdobráveis, revistas e folhetos de que o exemplo último é o “2 ANOS EM MOVIMENTO” atafulhando as caixas de correio dos munícipes, mas esquece-se (!) de dizer a verdade ao concelho da Moita.

Não nos podemos esquecer que cortaram no apoio às colectividades (ASSOCIATIVISMO), negaram-se na questão das actividades extracurriculares (EDUCAÇÃO), e os trabalhadores camarários não podem fazer horas extraordinárias mesmo quando necessárias para assegurar o funcionamento normal dos equipamentos (ADMINISTRAÇÃO).

Para além de tudo isto, o frenesim das pequenas obras ocorrido antes do acto eleitoral de 2005 desapareceu no minuto imediato ao arrecadar a maioria absoluta. Se isto não é manipulação e areia para os olhos chama-se o quê? Isto não é senão resultado de uma governação de maiorias sucessivas, em que não há alternância e o cansaço é evidente. Cai-se na displicência e mesmo no desrespeito pela população.

Na lógica das obras de fachada e do faz e desfaz, temos o exemplo caricato da “rotunda do Modelo", também inaugurada em final de 2005 e agora destruída. Mau planeamento. Os moradores de Alhos Vedros no futuro para se deslocarem a esta zona comercial têm que ir à Baixa da Banheira e voltar. Mas para quem anda de carro oficial de luxo, não paga combustível nem a manutenção dos amortecedores (lombas) é coisa sem importância.

Talvez o sr. Presidente João Lobo, na habitual viagem oficial de inverno a Cabo Verde, que agora decorre, tenha um rasgo de bom senso e pondere para onde nos está a afundar.

Vitor Cabral
Vereador PS
posted by VC at 8:47 PM

Moita: terra de oportunidades! Invista um tostão. Ganhe um milhão. Saiba como fazer a coisa. Informe-se junto do poder local, regional e central.


As Fontaínhas no Mapa, ou na RTP, tanto faz...
com a devida vénia ao Alhos Vedros ao Poder, Blogue de resistência contra o poder moiteiro e todo o género de amoitados e à TP

... está já a sair de tão quentinha a reportagem AVP sobre a reportagem RTP acerca da vinda de Francisco Louçã ao concelho da Moita para falar, com destaque, da questão da revisão do PDM e das negociatas em torno das desanexações.
Registo merecido de parabéns ao Bloco pela iniciativa e pela dimensão mediática que soube transmitir-lhe.
Parabéns ao pessoal da Várzea por estarem lá e terem feito ouvir a sua voz.
E um "então, camarada, chiça que estava nervoso à brava" para o shôr presidente que demonstrou mais uma vez como é duro lutar com as palavras diante duma Câmara quando é preciso um tipo lembrar-se do que é preciso dizer.
Gravação em DVD já feita para memória futura das justificações dadas e eventual carregamento no YouTube e slides à maneira para ilustrar o engasganço do pequeno líder do poder moiteiro, à medida que sente o calor a chegar à ponta do rabo.
Aguarda-se reacção do aparelhismo amoitado clamando contra o complot entre a RTP, o Bloco, a Várzea e os "anónimos".

# posted by AV : 3/04/2007

Saber mais aui:

O caso da Quinta das Fontainhas

Chegámos ao caso de estudo que mais nos interessa hoje, nesta análise.

Estamos a falar de 27 hectares na parte mais ocidental do Concelho, junto ao IC21, entre a Quinta da Lomba, no Concelho do Barreiro, e o Vale da Amoreira, já no Concelho da Moita.

Ora, caso espantoso aqui igualmente se passou:

  • Por um lado, este território é manifestamente REN concelhia conforme a Portaria nº 778/93 de 3 Setembro, publicada no DR 1ª Série-B a fls 4656 e 4657 e o Mapa Anexo à Portaria, onde a identificação desta Propriedade em zona REN, Solo Rural portanto, é clara e por demais evidente no referido Diário da República;
  • Por outro, em toda a discussão da Revisão do PDM da Moita entre 4 de Julho e 2 de Setembro de 2005, e em todas as Cartas de REN Bruta, Desanexações de REN e REN Final, editadas pelo menos desde há 2 anos a esta parte, sempre a Quinta das Fontainhas é apresentada como Território livre de REN que já ninguém se lembra de algum dia ter sido Solo Rural, onde o assunto nem sequer já se coloca, antes sim surge como uma lustrosa área de expansão de novo Solo Urbano Multiusos Propostos, para Comércio, Indústria e Fogos de Habitação.

Tal e qual, tão simples, já está!

Na Moita, parecem coexistir 2 regimes políticos num só Concelho

Esta situação é insustentável, e vem dar razão a todos os que clamam que na Moita existe uma aparente dualidade de critérios na gestão da 'res publica' no Município, onde sucessivas práticas parecem indiciar que existe na Moita 1 Concelho com 2 Regimes Políticos antagónicos,

§ Um regime de favores para meia dúzia, e

§ Outro regime de mão pesada para centenas e milhares de pessoas simples e sem poder de 'lobby'.

Na Moita, desde 1996 até ao presente, decorreram 2 Revisões do PDM, a pública e a privada

E é igualmente insustentável pela aparente existência de 2 Processos de Revisão do PDM da Moita, em simultâneo:

§ A Revisão pública e de fachada para os Munícipes olharem e a Administração Central ser convidada a dizer que sim e assinar de cruz, sem ver, nem ouvir, nem pensar, nem dizer nada ou pelo menos para ser convidada a nada fazer com eficácia que se veja em defesa do interesse público e da Lei, e

§ A Revisão privada e de verdade e para valer, onde tudo o que realmente foi importante se cozinhou e decidiu do lado de lá da cortina, num ambiente onde as pessoas têm dúvidas e não descortinam onde cessam os interesses públicos, e onde começam os aproveitamentos privados e pessoais.

Solo rural e REN perdidas pelo caminho ao deus dará

A REN e o Solo Rural da Quinta das Fontainhas perderam-se pelo caminho entre 1993 e 2005, fazendo jus à promessa da Câmara da Moita presente na Cláusula Terceira do Protocolo de 10 de Outubro de 2000 assinado com a Imomoita SA, onde se prevê uma futura classificação da Propriedade como território Urbano com índice de utilização bruto de 0,7.

Os obreiros do Protocolo têm mais poder ao mexerem um dedinho mindinho que todo o peso da Lei em Portugal.

Para essas pessoas, são letra morta o Decreto-Lei Decreto-Lei nº 380/99 de 22 de Setembro de 1999, mais a Resolução do Conselho de Ministros n.º 76/2002 , e ainda com o contrapeso da Recomendação, com o acrescento Decreto-Lei nº 310/2003 de 10 de Dezembro de 2003, e ainda do Decreto 17/95 de 30 Maio, agora reconfirmado pelo Decreto 1/2007 de 25 Janeiro.

E mais nada.
in

Moita: boa e má governação, escuridão e transparência, ética e legalidade. Factos 3. O “modus operandi” e o espírito da coisa









e aqui:

Ao Banco Popular,...para vos pedir a melhor e mais adequada intervenção sobre os factos seguintes: ...

Prédio rústico foi comprado na Moita por 40 milhões de escudos e logo depois hipotecado na Banca (Montepio Geral) por 5,055 Milhões de Euros: valeu!


Na Foto, "Investidores manhosos" ao assalto do que mais vale na nossa terra, o "Solo Rural". Se possível em Reserva Agrícola, e quanto mais Reserva Ecológica melhor. "Depois a gente resolve", acrescentam. A Comissão Nacional dessa coisa funciona a pedido, e em vez de "salvadora" da REN é antes "matadora" da coisa. A gente aplica-lhes a fórmula de 16MAR2004, tá no ir. Repare-se no detalhe: Os "Investidores manhosos" pagam tributo reconhecido e não esquecem os seus apoios na Administração.

Saber mais aqui:

Ao Montepio Geral, ...para vos pedir a melhor e mais adequada intervenção sobre os factos seguintes: ....


O caso do Pinhal do Cabau

Esta Propriedade ficou igualmente célebre em todo este Processo por ter sido adquirida em Solo Rural e em REN por 40 milhões de Escudos e passado anos, tudo em plena Revisão do PDM, ter sido garantia de uma hipoteca bancária no Montepio Geral de até 5,055 milhões de Euros, com uma valorização a fazer crescer o seu valor pelo menos para 25 vezes mais, no espaço da noite para o dia.

E como se operou a coisa neste caso?

  • Bem, foi com recurso à Desanexação nº 32 onde 4,6 hectares de REN amputada mereceram despacho “Favorável” das entidades já nossas conhecidas como devendo da REN ser seus defensores, mas que da REN são de facto seus matadores.
  • A coisa não terá ficado na perfeição, pelo que foi necessário a Câmara Municipal da Moita considerar positivamente o Requerimento nº 052804, que assim complementa o processo à boa maneira pretendida.
mais detalhes aqui:

Moita: boa e má governação, escuridão e transparência, ética e legalidade. Factos 3. O “modus operandi” e o espírito da coisa









As águas pouco ou nada tratadas que correm do Parque Industrial de Palmela e das Urbanizações (de génese legal ou ilegal) têm 3 efeitos perversos...


... a saber:

Ao atravessarem as terras de cultivo do Sul da Moita, nos campos da Barra Cheia e dos Brejos da Moita, no seu curso a caminho do Tejo (a norte), essas águas que não são nem de nascente, nem pluviais ...

  1. Inquinam as terras de agricultura, prejudicando a saúde pública e causando danos financeiros aos Agricultores

  2. arrastam milhões de m3 de terra por aluvião, roubando assim os seus Propretários

  3. e, maldade das maldades, dão argumentos aos Governantes de Lisboa para bloquearem 200 metros na margem direita, e mais 200 metros na margem esquerda da Ribeira como Reserva Ecológica. Junto ao Tejo, por vezes, a protecção é de apenas 5 metros...aqui entre nós é em média de 400 metros!

Crime ambiental a montante da Estrada do Gado, na partilha entre o Concelho de Palmela (montante) e o Concelho da Moita (jusante) da Ribeira da Moita







Crime e Mistério na Várzea da Moita

(ou o velho princípio

segundo o qual

O criminoso volta* sempre ao local do crime,

sobretudo quando o deixam voltar

e nada lhe contrapõem face à sua actividade criminosa)

(*volta sempre: esteve cá no Outono de 1995, e como o têm deixado, tem cá voltado todos os dias desde então, já lá vão 10 anos X 365 dias = 3.650 dias de uma assentada)

Crime ambiental a montante da Estrada do Gado,

na partilha entre o Concelho de Palmela (montante)

e o Concelho da Moita (jusante) da Ribeira da Moita

Vejamos os factos:

Vista da Ribeira da Moita sob a Estrada do Gado e com perspectiva da parte a montante da Estrada do Gado, ainda no Concelho de Palmela (Vala impermeabilizada em betão e totalmente confinada no seu caudal)

A Moita merece a Ribeira da Moita, ou a Ribeira da Moita não merecia a Moita que tem?

É um dilema, uma charada, a que seria importante tentar-se responder.

Nós imaginamos uma resposta desde já:

As Pessoas da Moita merecem de facto um Ambiente e uma Ribeira melhor,
e
As Pessoas da Várzea da Moita também !

Donde, algumas ideias para reflexão:

  • A Ribeira da Moita, em termos de águas da natureza e águas pluviais, é uma ficção, é um embuste: existiria quanto muito 2 ou 3 meses por ano, e com seca, seria apenas uma miragem;
  • A Ribeira Moita real, de facto, não é uma Ribeira natural: é um esgoto a céu aberto das indústrias e dos aglomerados urbanos a montante da Várzea da Moita, provindo do Concelho de Palmela como ‘dádiva’ dos homens, e não fruto da natureza;
  • À Moita cabe o nobre papel de ser a cloaca do parque Industrial de Palmela;
  • A Auto-Europa, do Grupo Volkswagen, dispõe de uma ETAR própria, a montante da ETAR da SIMARSUL do Bairro Alentejano. Pergunta-se contudo: Porquê efluentes maus e delicados todo o ano, e porquê efluentes péssimos e muitíssimo delicados nos períodos de ‘shut down’ ou de interrupção da produção no pico do verão?
  • As outras grandes e médias Empresas do Parque Industrial de Palmela, algumas delas acabadinhas de licenciar (pensou-se nos efluentes?) confinantes com a Auto-Europa do Grupo Volkswagen, não têm ETAR nenhuma. Enviam do tipo ‘água vai’ todas as águas efluentes químicos e industriais sem qualquer tratamento para jusante, quem estiver mais abaixo que se cuide;
  • Essa dádiva de milhares, de milhões de litros de águas contaminadas, é todos os dias um presente envenenado, e por vezes --- muitas vezes mesmo, quase todo o ano mesmo, haja seca ou faça chuva, --- é um presente caudaloso e muitíssimo envenenado;
  • Enquanto corre no Concelho de Palmela, a Ribeira da Moita corre em vala impermeabilizada a betão, num leito feito pelo homem, sem transvazes nem inundações: é a Vala Rica, que não contamina tais solos, pois corre em leito de betão;
  • Quando passa a Estrada do Gado e entra no Concelho da Moita, vira Vala Pobre, Vala Miserável: a Ribeira da Moita passa a correr em vala permeável, em vala com leito e margens de terra solta, rouba todos os dias centenas e milhares metros cúbicos e mais metros cúbicos de terra arável aos Proprietários da Várzea da Moita, arrastando-a por erosão sem fim a caminho de jusante e do Tejo, transvaza e inunda as terras de cultivo circundantes, contamina com química pesada terrenos de cultura horto-frutícola e de alimento de gado, azucrina e degrada as finanças, a propriedade, a qualidade de vida, a saúde física e a tranquilidade e o equilíbrio mental de Moradores e Proprietários da Várzea da Moita;
  • Quando arriba à Vila da Moita, a Ribeira da Moita é recebida em apoteose com lixo, detritos e dejectos de toda a ordem, qual ex-libris logo ali na Sala de Visitas da Sede do Concelho, da Rotunda da BP à Caldeira da Moita e ao Tejo;
  • Finalmente, a Moita oferece às gerações vindouras, ao Tejo, aos Portugueses e à Humanidade a linda porcaria que 8 kms a montante Palmela e as Indústrias manhosas do Parque Industrial de Palmela lhe oferecem a cada hora que passa, 24 horas por dia, 365 dias por ano, só desde as cheias e as aflições de 1995 já lá vão 10- longos anos-10 de desgraça sem mercê nem piedade;
  • Com Ministérios, Direcções Gerais, Autarquias e seus digníssimos dignitários talvez felizes, alegres e contentes com tal ‘fare niente’, quem sabe, eles que o esclareçam e digam tim-tim por tim-tim o que providenciaram, o que resolveram.

O pobre, esse sofre.

O que tem poder, esse dorme.

A natureza, essa morre aos bocadinhos.

E depois, dizem que a querem defender a Várzea da Moita e o Concelho com mais REN às costas das gentes da Barra Cheia e dos Brejos da Moita.

Vai lá, vai.
Moradores & Proprietários
Várzea da Moita

Ver ainda Desenvolvimento sobre a Ribeira da moita aqui (datado de 2 Abril 2007)

Acerca de mim

Neste espaço surgirão artigos e notícias de fundo, pautadas por um propósito: o respeito pela Lei, a luta contra a escuridão. O âmbito e as preocupações serão globais. A intervenção pretende ser local. Por isso, muito se dirá sobre outras partes, outros problemas e preocupações. Contudo, parte mais significativa dos temas terá muito a ver com a Moita, e a vida pública nesta terra. A razão é uma: a origem deste Blog prende-se com a resistência das gentes da Várzea da Moita contra os desmandos do Projecto de Revisão do PDM e contra as tropelias do Processo da sua Revisão, de 1996 até ao presente (2008...) Para nos contactar, escreva para varzeamoita@gmail.com